APRESENTAÇÃO

APRESENTAÇÃO

A reorganização administrativa do território nacional decretada pela Lei nº 22/2012, de 30 de Maio estabeleceu que as freguesias de Gavião e Atalaia se unissem administrativamente respeitando, no entanto, a sua integridade territorial e identidade. Esta união agregou a freguesia menos populosa e...

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A reorganização administrativa do território nacional decretada pela Lei nº 22/2012, de 30 de Maio estabeleceu que as freguesias de Gavião e Atalaia se unissem administrativamente respeitando, no entanto, a sua integridade territorial e identidade. Esta união agregou a freguesia menos populosa e...

APRESENTAÇÃO

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A reorganização administrativa do território nacional decretada pela Lei nº 22/2012, de 30 de Maio estabeleceu que as freguesias de Gavião e Atalaia se unissem administrativamente respeitando, no entanto, a sua integridade territorial e identidade. Esta união agregou a freguesia menos populosa e...

Passeio para os Séniores

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Património

EDIFICADO


ATALAIA
- Capela da Nossa Senhora Mãe dos Homens

GAVIÃO

- Cruzeiro

- Igreja Matriz de Gavião

- Capela do Espírito Santo
- Capela da Nossa Senhora dos Remédios

- Capela da Misericórdia

- Capela do Calvário

- Pelourinho

- Casa da Torre

- Coreto

-Capela da degracia – s.pedro
-Capela do cadafaz
-Capela de amieira cova

CULTURAL/RELIGIOSO


Mercados e Feiras
- Mercados
2.as e 4.as Sextas-feiras de cada mês
- Feira das Candeias
1.o Domingo de Fevereiro
- Feira Franca
último Domingo de Julho
- Feira dos Cereais
3.o Domingo de Outubro

Romarias
- "Via Sacra" pelas ruas da vila
Todas as sextas-feiras da Quaresma
- "Procissão do Senhor dos Paços"
Domingos de Ramos
- "Procissão do Enterro do Senhor"
Sexta-feira Santa
- "Procissão de Velas em Honra da Nossa Senhora do Rosário de Fátima"
Dia 12 de Maio
- "Procissão do Corpo de Deus"
Dia do Corpo de Deus
- "Procissão em Honra dos Santos Populares"
Dia 6 de Agosto (Cadafaz)
- "Procissão da Nossa Senhora da Assunção"
Dia 15 de Agosto
- "Procissão em Honra da Nossa Senhora dos Remédios"
2.o Domingo de Setembro
- "Procissão em Honra da Nossa Senhora do Rosário"
2.o Domingo de Outubro (Cadafaz)
- "Procissão da Nossa Senhora Mãe dos Homens"
3.o Domingo de Agosto (Atalaia)

NATURAL
PR2: Corredor Ecológico das Ribeiras de Alferreireira e Barrocas
O PR2 é um percurso pedestre com 19 quilómetros, em circuito, com início e fim na aldeia de Atalaia. Tem duas variantes: a variante dos "Olhos d'Água", com cerca de 3 km e a variante do "Vale da Azenha" com cerca de 8 km.
Inicia-se no centro da aldeia, junto ao parque infantil, na Atalaia, concelho de Gavião.
Ruma pela rua da Igreja e depois pela rua do Frade, passa a fonte da Lameira até à queijaria, que se encontra do lado direito. Aqui abandona a estrada de asfalto, tomando à esquerda um caminho que se encaminha para a ribeira das Barrocas, que se atravessa numa ponte de madeira.

eco 1

eco 2

Já no caminho para a ribeira, a 200 m da queijaria, quem optar por fazer o percurso pelo PR2.1, "variante dos Olhos d'Água" toma um caminho à direita que encaminha o pedestrianista até ao Lagar Velho e depois aos Olhos d'Água, local onde existem várias nascentes da ribeira das Barrocas. Visitado o local, retoma-se ao Lagar Velho, atravessa-se uma cancela de uma propriedade privada, passa-se um moinho, seguindo-se por uma levada ao longo da ribeira, passa-se outra cancela, esta mais larga que a primeira, atravessa-se uma ponte de madeira, reencontrando-se, dali a 100m, o caminho principal do PR2.

Quem decidir regressar à Atalaia, basta atravessar a ribeira na ponte de madeira ao lado do caminho e seguir o largo caminho até à aldeia.
Quem optar por seguir até aos Moinhos da Foz é só seguir pelos trilhos sinalizados, ao longo da ribeira, ora pela margem esquerda, ora pela margem direita, de moinho em moinho, por um vale que outrora fervilhou de actividade agrícola e moageira.

Chegado à confluência da ribeira das Barrocas com a ribeira de Alferreireira, descobre-se ali um núcleo moageiro que outrora tivera enorme importância não só para a Atalaia como também para as povoações vizinhas. Visitado o local, retoma-se o percurso, subindo por um estreito carreiro aberto na rocha pelos cascos dos animais de carga que ali vinham trazer o grão e dali levavam a farinha.
Chegado a um pequeno largo, pode-se encurtar o passeio, optando-se por seguir para a Alataia pelo PR2.2, a variante do "Vale da Azenha".
Quem quiser continuar, é só seguir pelo trilho ao longo da ribeira de Alferreireira até ao Tejo. Do lado de lá, terras de Nisa, do lado de cá Gavião.
Repare-se no vale encaixado da ribeira, no verde-claro do seu coberto vegetal constituído por freixos, amieiros e salgueiros e por um sub-bosque onde abundam os loureiros, o folhado e o feto real. Constitui um corredor de rara beleza e de enorme importância para a fauna.
Nas encostas, azinheiras, oliveiras, medronheiros, alecrim, rosmaninho e esteva. Nas zonas mais sombrias folhado, sanguinho-das-sebes...

Por aqui vivem javalis e raposas, coelhos e lebres, saca-rabos e genetas... nas ribeiras, lontras; nas árvores, uma imensidão de aves de onde se destacam a águia-de-asa-redonda, o melro-preto, os gaios, as pegas, os piscos e junto às ribeiras, os guarda-rios... Lá para o Tejo, podem ser vistos grifos e abutres-do-Egipto, cegonha-preta e garça-real...
Rapidamente se atinge o Vale Covo cuja ribeira se atravessa numa ponte de madeira. Antes de ali chegar, avistou-se do lado de lá uma construção grande, uma antiga fábrica de fiação e preparação de lã.
Continuando ao longo da ribeira de Alferreireira, chega-se ao Tejo por um trilho que, na sua parte final, percorre uma antiga levada, em alguns locais cavada na rocha.

Chegado ao local conhecido por "Batel"(por ali haver até há pouco tempo um batel que fazia a travessia do rio para os lugares dos Outeiros, na margem norte, pertencendo os referidos lugares, também, ao concelho de Gavião) e onde existe um abrigo de pescadores, toma-se um trilho ao longo da margem do Tejo rumo ao Vale de Cerejeiras, cuja ribeira se atravessa pela ponte do muro da sirga, na confluência desta com o rio.
Agora inicia-se a subida, rumando a sul, com o Vale de Cerejeiras lá no fundo, do lado esquerdo.
Atinge-se um ponto alto de onde se avista tudo em redor, sendo esta zona conhecida por Cabril.
Rumando para sul, por caminhos largos, rapidamente se atinge a Degracia Cimeira, depois visita-se a Fonte Velha ou Fonte da Bica, ruma-se agora para a Degracia Fundeira e, por caminhos tradicionais, termina na Atalaia. Até breve!

ATALAIA
Atalaia, terra de gente hospitaleira e trabalhadora, teve o seu auge nos finais do séc. XIX e princípios do séc XX a atestar pelas muitas construções da época e por relatos orais e escritos que chegam até aos nossos dias.
As suas origens perdem-se na bruma dos tempos, devendo-se o seu nome à sua localização num ponto elevado, do qual se destaca o Alto Pina, e onde poderia ter existido uma torre de vigia ou observatório, provavelmente como ponto avançado de defesa da Vila de Gavião. Ainda hoje, estar de atalaia significa estar alerta, estar de vigia, estar de sentinela.
Pelo privilégio de haver no seu termo duas ribeiras de caudal permanente e abundante, as ribeiras de Alferreireira e a das Barrocas ali laboraram, outrora, dezenas de azenhas, moinhos e lagares o que tornaria a Atalaia num dos maiores centros moageiros da região. Também o vale ao longo da ribeira das Barrocas seria totalmente cultivado com hortícolas e frutas para abastecimento da população local.
Ainda hoje são visíveis ao longo das duas ribeiras cerca de 40 moinhos, alguns com três pares de mós!, uns ainda em bom estado e outros já em ruínas pelo desuso e por esta prática moageira ter sido superada pelos moinhos elétricos.
Em Agosto, era tradição realizar-se aqui uma festa em honra de N. Sra. Mãe dos Homens, festa esta que atrai gentes de toda a região.


PR 2.1
"Variante dos Olhos d'Água" (5 km em circuito)
Esta variante é constituída por um percurso em circuito que, saindo da Atalaia percorre os mesmos caminhos do PR2. Passados 400m da queijaria dirige-se para o lagar Velho, na zona de nascentes da ribeira das Barrocas. Aqui chegado faz uma volta de cerca de 400 metros de visita aos "Olhos d'Água", regressando ao mesmo lagar Velho. A seguir passa uma cancela de uma propriedade privada no sentido da corrente da ribeira, passa um moinho, depois segue ao longo da levada e da ribeira até voltar a encontrar o caminho principal do PR2. Atravessa a ribeira na ponte de madeira e regressa à Atalaia. Percurso ideal para famílias com crianças, grupos de escolas do ensino básico, etc.
Quem quiser pode continuar pelo PR2 na totalidade ou em parte.

PR 2.2
"Variante do Vale da Azenha" (2,7 km em ramal)
Esta variante permite o encurtamento do PR2, seguindo directamente dos moinhos da Foz, na confluência da Ribeira das Barrocas com a ribeira de Alferreireira, para o final/ inicio do percurso, na Atalaia.

FICHA TÉCNICA:
Partida e chegada: Atalaia
Coordenada: N - 39º 27' 15'' W - 7º 52' 28''
Âmbito: Ambiental, paisagístico, cultural e desportivo.
Tipo de percurso: de pequena rota, em circuito, por caminhos rurais e tradicionais. Junto às ribeiras, por trilhos e por levadas dos moinhos.
Distância a percorrer: PR2 – 19km; PR2 + Variante PR2.1 – 24 km.
O PR2 "Corredor Ecológico das Ribeiras Alferreireira e das Barrocas" é um percurso pedestre de pequena rota marcado, nos dois sentidos, segundo as normas da Federação de Campismo e Montanhismo de Portugal.
As marcas com tinta amarela e vermelha são as seguintes:

ENTIDADES FINANCIADORAS

PR1: Percurso Pedestre "Arribas do Tejo"

O PR1 "Arribas do Tejo" é um percurso pedestre de pequena rota que decorre pelas arribas do rio Tejo envolvendo as freguesias de Belver e Gavião, fazendo duas travessias do rio: uma na barragem de Belver e outra na centenária ponte de ferro da EN244,
É um percurso circular que conduz o pedestrianista a lugares de inegável valor paisagístico, geológico e cultural.
Por ser um circuito pode ser iniciado em qualquer lugar por onde passa; no entendo, havendo que optar, optou-se pela seguinte descrição:
O percurso inicia-se no Largo Luís de Camões, em Belver, rumando para a barragem pela margem norte do Tejo.
Depois da percorrida parte da rua Nuno Álvares Pereira encaminha-se para a estrada das Torres (Cimeira e Fundeira). Após a ponte sobre a ribeira de Belver, sobe-se ao lagar da Fraga, caminhando-se ao longo da levada que trazia a água para o seu funcionamento. Atravessa-se a ribeira, atingindo-se um caminho entre muros do qual se obtêm belas panorâmicas sobre Belver e o castelo, caminho este que termina na já referida estrada das Torres.
Ruma-se à esquerda e passados 150 metros toma-se um caminho à direita que conduz a um outro que decorre ao longo do Tejo, por entre oliveiras e antigos terrenos de cultivo. Rumando a sudoeste leva o pedestrianista até à Torre Fundeira, onde chega ao centro do lugar, no largo Francisco Almirante.
Ruma-se, agora, pela estrada de asfalto que desce em direcção à barragem. Após a passagem da ribeira, antes do lagar – agora em ruínas – toma-se um caminho à direita que conduz à Anta do Penedo Gordo.
Após visita ao local – que atesta o povoamento da região há cerca de 5.000 anos – retoma-se ao caminho que agora se encaminha para sul, para o rio Tejo.
Após travessia da estrada asfaltada para a barragem e, chegado a uma pequena casa junto à via-férrea, toma-se um caminho que ladeia a margem esquerda da ribeira d'Eiras até à ponte da estrada que vem das Torres.
Passada a ponte, ladeia-se a praia fluvial da Ortiga, já no concelho de Mação, e encaminha-se para o apeadeiro do comboio da barragem de Belver.
Atravessa-se a linha de comboio – atenção aos comboios – na passagem para peões, e depois a barragem.
Logo após a travessia toma-se o caminho à esquerda que decorre pela margem sul do rio, em direcção às antigas termas da Fadagosa e em seguida, por um carreiro que, ao longo da albufeira, encaminha o visitante até à praia fluvial do Alamal.
Passa-se a praia fluvial e, sempre pela margem sul do Tejo, com a omnipresença do castelo, agora por um passadiço de madeira que proporciona cómoda marcha, chega-se à ponte de Belver, que se atravessa.
À saída da ponte, no bairro Tropa, sobe-se a uma escadaria que se inicia junto ao fontanário, ao lado do muro da antiga fábrica de tapetes.
Continuando a subida, após o bairro, toma-se à esquerda um carreiro que leva à Fonte Velha?! Mas não é só uma fonte! É também uma exposição de arte contemporânea, de escultura passo-a-passo, da harmonia do antigo com o moderno, no velho com o novo. Continuando, entra-se em Belver pela rua da Fonte Velha, terminando no Largo Luís de Camões. Mesmo ali, uma frondosa árvore e uma esplanada convidam ao retemperamento de forças...

Mapa do Percurso

mapa

Praia Fluvial do Alamal
A praia fluvial da Quinta do Alamal é um daqueles lugares concebidos pela magia da Mãe Natureza.
As águas do Tejo encontram neste recanto, um abrigo, um lugar de descanso na sua caminhada para o mar.
O extenso areal da praia é bordejado por arvoredo, frondoso, as madressilvas enleiam-se pelos medronheiros carregados de frutos vermelhos, os cheiros doces dos botões de ouro, da murta, dos lírios selvagens, espalham-se pelos ares na orvalhada das manhãs, os amieiros, os freixos os salgueiros, espelham-se nas águas límpidas do rio.
A paz reina, e no silêncio do lugar, só se ouve o sussurrar das águas que correm nos regatos que serpenteiam os socalcos de pedra seca da velha Quinta do Alamal.
A praia do Alamal, é um lugar que conta um tempo antigo, um tempo que corre devagar, um tempo de cores e de cheiros, um tempo de outros tempos.
É muito mais que uma Praia, é um espaço singular na sua excelência ambiental, patrimonial e paisagística.

 

 

GALERIA FOTOGRÁFICA

  • Arranjo dos caminhos vicinais

    Arranjo dos caminhos vicinais

  • Arranjo dos caminhos vicinais

    Arranjo dos caminhos vicinais

  • Fonte do Vale da Azenha em Atalaia.

    Fonte do Vale da Azenha em Atalaia.

  • União de Freguesias promove passeio para os mais idosos

    União de Freguesias promove passeio para os mais idosos

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