Fim de ano de Gavião teve chama alta

União das Freguesias de Gavião e Atalaia • 2 de janeiro de 2026

O madeiro que ardeu na vila de Gavião, na transição de 2025 para 2026, esteve à altura da animação que ali aconteceu.


Depois do fogo de artifício que assinalou a chegada de um novo ano, na tenda montada no jardim do Cruzeiro houve música de DJ e a seguir subiu ao palco a popular Rebeca, que proporcionou um espetáculo que contou com a participação do público.


A noite estava fria mas foi longa, com largas dezenas de pessoas presentes no local.


Por União das Freguesias de Gavião e Atalaia 2 de janeiro de 2026
Pelo segundo ano consecutivo, a população da Amieira Cova celebrou a passagem de ano no salão do estaleiro da União das Freguesias de Gavião e Atalaia. Um salão - a antiga sala de aulas da escola primária - que recentemente foi melhorado com a instalação, pela união das freguesias, de um ar condicionado. Antes da festa, Germano Porfírio, presidente da União das Freguesias de Gavião e Atalaia, esteve presente, na companhia do presidente da Câmara Municipal de Gavião, António Severino, e dos vereadores Júlio Churro Catarino e Fernando Delgado. Como deu para perceber, estava um verdadeiro banquete em perspetiva. 
Por União das Freguesias de Gavião e Atalaia 2 de janeiro de 2026
A quadra natalícia foi vivida com intensidade em Gavião. Na vila e em muitas aldeias do concelho, como aconteceu nas Degracias, no Cadafaz e na Amieira Cova, por onde andou o comboio de Natal. Na sede do concelho, o Mercado de Natal aconteceu em três dias alternados e juntou centenas de pessoas à volta de bancas com artesanato e doçaria local. Na tenda montada no jardim do Cruzeiro houve também sempre animação e um carrossel sob a tutela dos Bombeiros Voluntários de Gavião foi diversão para muitas crianças. Para além da Casa do Pai Natal, a animação contou também com oficinas e uma Parada de Natal.
Por União das Freguesias de Gavião e Atalaia 28 de dezembro de 2025
Há árvores e árvores nos jardins de Gavião. Mas esta tem uma história para contar. Uma história ao que tudo indica com mais de cem anos, muitos mais que o jardim onde se encontra. Conforme nos contou Fernando Faca, esta oliveira que o povo diz ser centenária foi transplantada para o jardim do Calvário quando este foi feito, na zona da capela e onde nasceu uma nova urbanização da vila de Gavião. Esta oleira foi oferta do Zeca da Fonte dos Garfos e foi criada nos Metolquer. Para aqui foi transplantada há um par de anos e aqui continua viva. Como já se disse, com uma longa história para contar que em dias especiais podemos ouvir se nos sentarmos neste banco de jardim. 
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