A barragem de Belver que assenta no território de Ortiga e de Gavião

União das Freguesias de Gavião e Atalaia • 12 de março de 2025

A barragem de Belver define toda uma paisagem no vale que o Tejo durante longos anos inundou sem a exuberância de água que hoje conhecemos na albufeira formada pela parede de betão. Mas, curiosamente, as descargas de inverno da barragem levam-nos sempre para o tempo de um Tejo livre de obstáculos não naturais e que corria rápido muitas vezes.

Esta semana, a barragem está a descarregar em força [ver VÍDEO]. Uma barragem começou a produzir em 1951 e que é uma das duas barragens portuguesas do Tejo - a outra é o Fratel, a montante.

Em 2004, a EDP procedeu à reabilitação das dez comportas e há um ano e meio reforçou a passagem para viaturas que une as duas margens do Tejo (Ortiga-Gavião). Esta barragem de gravidade tem uma altura de 30 metros desde a sua fundação. As suas dez comportas vagão têm uma capacidade de descarregamento de 18000 m3/s. Em média, por ano, Belver produz 176 GWh.

Com a sua parede em Ortiga e em Gavião, curiosamente é por "Belver" que esta barragem em betão assente em xisto é conhecida, cuja construção é contemporânea das centrais de Pracana (1950), no Ocreza, e Castelo do Bode (1951), no Zêzere.

Inicialmente pertença da Hidroelétrica do Alto Alentejo, a central de Belver é hoje da EDP Produção, situando-se também na foz da Ribeira das Eiras, que desagua entre Ortiga e Belver.


Por União das Freguesias de Gavião e Atalaia 21 de julho de 2026
A XXXII Mostra de Artesanato, Gastronomia e Atividades Económicas de Gavião foi um verdadeiro acontecimento não apenas no nosso concelho pois milhares de pessoas vindas de fora também ajudar a preencher o recinto da grande festa anual da vila de Gavião. Com artesãos, empresários e agentes económicos do concelho também presentes , a Mostra revelou um cartaz verdadeiramente atrativo que manteve sempre em alta o nivel dos espetáculos. O brasileiro Vitor Kley foi o primeiro grande nome a subir ao palco, seguindo-se o grupo Wet Bed Gang e, no último dia, os Némanus . Pelo meio, os Abba Experience deram também um grande espetáculo, os "Descendentes" estiveram no seu melhor e, a jogar em casa, o comendense Rafael Capão também mostrou o seu valor. Foram três dias muitos intensos e que contaram também com a participação de algumas associações do concelho de Gavião com as suas tasquinhas, ao lado dos três restaurantes em serviço: o nosso 'O Manel', o "Aliança" e o "Sebenta".
Por União das Freguesias de Gavião e Atalaia 13 de julho de 2026
GaBriela Saraiva e Etelvina Saraiva continuam a marcar pontos na competição feminina dos Jogos Tradicionais de Gavião, representando o Clube Atlético e Recreativo da Atalaia. Na última prova, na Torre Cimeira, a dupla do CARA terminou na segunda posição entre oito concorrentes, numa prova vencida por Sónia Santos e Joaquina Morais, da Associação Valdoarquense. De qualquer maneira, Gabriela e Etelvina levaram para casa dois belos bacalhaus pois desta vez também estiveram na mesa dos prémios para a prova feminina dois presuntos, cujo destino é fácil de adivinhar. Já agora, diga-se que este "up grade" só foi possível devido à generosidade do alojamento local "Monte das Flores", de José Luís Matos, de Tracy e Richard Karski, de Patrícia Pedro e Russo e José Lambranca e José Tavares. Como sempre acontece nas provas organizadas por associações do concelho de Gavião, a União das Freguesias de Gavião e Atalaia contribuiu com um prémio (dois garrafões de azeite).
Por União das Freguesias de Gavião e Atalaia 13 de julho de 2026
O Moto Clube de Gavião organizou o seu sexto passeio de motos antigas e contou com 120 participantes que estiveram nas quatro freguesias do concelho de Gavião. Com o presidente da União das Freguesias de Gavião e Atalaia a comandar o secretariado, a manhã começou com um pequeno almoço no Gavião Nature Village, no Cadafaz, posto o que todos seguiram até à vila de Gavião, com destino à Amieira Cova, onde vencer a grande subida foi todo um espetáculo. A seguir, tomaram a direção de S. Bartolomeu, passaram em Vale de Gaviões, foram até ao Moinho do Torrão e voltaram para trás para uma primeira paragem no Vale da Madeira. Com os motores de novo a trabalhar, a caravana seguiu na direção do Valeda Vinha, passou na Ferraria, Vale da Feiteira e Comenda, para nova paragem, desta vez para reforço alimentar, na Ribeira da Venda. Última tirada a passar na Atalaia e nas Degracias e uma voltinha a Belver antes do almoço que decorreu no ponto de partida. Estiveram presentes motards não apenas do concelho mas também dos concelhos vizinhos, do Pego a Mação, sem esquecer Alvega ou S. Pedro do Esteval.
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